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sexta-feira, 1 de maio de 2009

O filme de minha vida

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Estou participando de mais uma iniciativa da Vanessa. Clicar no banner acima te envia para o post dela e a lista dos blogs participantes.

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Escolher o filme da minha vida é tão impossível quanto escolher o livro da minha vida.

Mas desta vez não vou me furtar à tarefa.

Para facilitar um pouco vou pensar junto com o leitor.

Antes de escolher o filme, vou escolher o diretor:

























































Se você não conseguiu ligar as imagens aos nomes das feras, clique nas fotos e vá para verbetes deles na wikipedia. São alguns dos mais importantes cineastas vivos, que escolhi indicar aqui pela quantidade de filmes significativos para mim que cada um fez.

Mas tenho que escolher um.

"Minha mãe mandou eu escolher este..."

Win Wenders.

O diretor de:
Asas do desejo
Paris, Texas
Sob o céu de Lisboa
Buena Vista Social Club

O quê? Você ainda não viu nenhum desses filmes? O que está esperando? Corra a uma locadora decente (não sei se você vai encontrar esses filmes em qualquer esquina).


Mas tenho que escolher um.


Escolho o que é talvez o mais belo filme jamais feito sobre relações familiares. Problemáticas como costumam ser. Um filme poético como precisa ser. Cuidado que você vai chorar...




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domingo, 18 de maio de 2008

Uma passagem para a vida



Um filme de Patrice Leconte, com uma cativante trilha sonora de Pascal Estèves, e excelente atuação de Jean Rochefort e de Johnny Hallyday (para mim um total desconhecido, mas é um astro do rock francês).


Filmado em 2002, não foi exibido nos cinemas brasileiros. Que bom que existe em DVD, por que é um filme que merece ser assistido.


Um assaltante de banco e um professor aposentado de uma cidadezinha do interior da França se encontram por acaso e tornam-se inusitados amigos. Confrontados pela vida um do outro, cada um descobre o quanto sua vida é monótona e o quanto poderia ser interessante se fosse diferente.


É por causa de filmes como esse que o cinema vale a pena. Porque torna-se uma oportunidade de refletir sobre a vida, sobre o ser humano - as dores e delícias que cada um tem de ser o que é. Se isso pode ser feito com boas doses de humor, grande poesia visual e trilha sonora cativante, melhor ainda.